[Desafio] Drablle Músical Reborn!

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[Desafio] Drablle Músical Reborn!

Mensagem  Iuajen em Sab Nov 14, 2015 10:03 pm

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HOi! I'm Jen. Bem, com a ideia da Yami e com minha total cooperação, porque né, adoro escrever. Iremos fazer um pequeno desafio, para nos divertir e também para Shugo Chara Reborn! (Entendeu?) Se não, é para a gente tentar ressuscitar o rpg que tá mais morto um mid jogando contra talon sem armor. (Se não entendeu essa também, vá jogar lol.)
Drabble é uma pequena história com cem palavras, podendo servir também como uma pequena introdução a uma fic maior, ou até para mostrar a um leitor sobre o que se trata a história para que ele possa se interessar pela obra inteira.  
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Re: [Desafio] Drablle Músical Reborn!

Mensagem  Botan-chan em Sab Nov 14, 2015 10:09 pm

Até sem palavras é tenso, mas fico de apoio moral ;; e sobre morto como mid, por favor, já vi Talon pior que eu de Irelia 1/13 no top, 3bjs



Sensualizo como ninguém!!!!!!!!!!!!! *dancinha*
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Re: [Desafio] Drablle Músical Reborn!

Mensagem  Iuajen em Sab Nov 14, 2015 11:25 pm

A pequena aranha:

- AHHHHHHHHHHHHHH!
A garota de voz tão fina quanto é pequena em altura e proporcional aos seios estava gritando do outro lado da sala, me impedindo de prestar completa e total atenção no Alicinho.
- Que foi? Que foi? - Disse ao me aproximar.
- T-t-tem uma aranha ali.
Estiquei para olhar o que ela apontava, e vi um minúsculo ponto preto que parecia estar movimentando as oito patas de uma maneira engraçada.
- É só uma aranha. E ela tá dançando, o que ela pode fazer contra você?
- ELA VAI ME MATAR!
Virei os olhos em descaso. Dei um tapa.
-Pronto.  

Bora Lutar!:

- Ué, isso era estranho, não acha Syv?
- O que?
- Essa música tocando de fundo. Ela não enche você de DETERMINAÇÃO?
- Do que ce tá falando?
Será que ele não estava ouvindo essa música hiper legal que estava tocando de fundo? Ou será que era só eu que tava ouvindo?
- Você não tá ouvindo mesmo Syv?
- Não. Lissandra aplicou umas injeções em você para você estar assim?
- Não que eu saiba.
Então fiquei ali parada, olhando para o vazio, imaginando da onde estava vindo o som.
- Heh. Heh.
- Quem taí? Casus? É você?
- É. Gostou da música? Combina com você não acha?

Além da salvação:

- LISS! ACORDA! LISS!
Um garoto de mechas ruivas gritava para algo que nem de longe parecia ser a garota que conhecíamos. Eu o segurei, quando ele tentava correr até ela com lágrimas nos olhos.
- ALICE! Precisamos sair daqui! Temos que reunir os outros! A gente não aguenta sozinhos. - Mas ele parecia incontrolável. Tentava a todo custo se soltar de meu aperto. Enquanto eu redobrava meus esforços para tirá-lo dali.
- Já acabou ALICE! Não dá! Não dá! Você sabe que não! Casus disse que se isso poderia acontecer. - Olhei com repugnância para aquele monstro. Apesar de não gostar dela, jamais teria desejado isso.

Sansational Jokes:

- Ei "Syver" a Monique por ai diz para ela que a "Liss andra" procurando ela!
Syver que estava na minha frente se deitou no chão e começou a rir sem parar. Já a outra garota parecia não ter entendido. E balança a cabeça e cutucava Syver, lhe pedindo para explicar.
- Relaxa Danbi. Faz o seguinte vai até Alice conta uns "Casus" pra ele!
Syver agora parecia estar quase morrendo de tanto rir, batendo as mãos no chão.
Aproveitando a deixa deles, eu pensei no meu grand Finale. 
- Por falar na casus, ontem ela me disse "Alo, e Zeus" respondeu.
Só esperei.

Rastejando em suas costas:

O garoto loiro olhava para aquele grupo. Ele poderia rir com eles? Tinha esse direito? Depois de tudo o que fez? Ele conseguia sentir algo nas suas costas.
Ele parou. Algo parecia se arrastar e alguns pensamentos horríveis vagavam para ele. Para aquilo. Para ele.
- O que? AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
E tudo escureceu.

Sozinho.

Frio.

Descalso, o garoto começou a tatear o lugar a procura de algo. Foi quando percebeu que estava de olhos fechados. E quando os abriu, tudo se tornou.

EXCESSIVO!

- Você gosta não é? Dos pecados rastejando em suas costas.
O medo em suas veias. E as facas firmes em suas mãos.

Legendária:

Era realmente uma visão estranha.
Apesar da dor.
Do desespero, um único ser se mantinha de pé. E era a que todos não chutariam. Eu me senti incapaz, impotente, mas ainda assim eu a via com esperança.
Enfrentávamos o monstro que nasceu de todos nós. Alice, Syver, Aloys e Danbi. Todos caídos e desacordados.

Solidão.

Dependência.

Impotência.

Enquanto meus olhos iam fechando, consegui ver Lissandra sorrindo para mim com descaso. E isso eu não aguentei.
Juntando todas as minhas forças, segurando ambas as espadas na mão encarei o monstro.
- Eu não posso deixar a verdadeira heroína sozinha não é? - Sorri.

Level de Violência:

Duas espadas nas mãos. Cortes e mais cortes. Sangue?
Minha mão estava vermelha, estava molhada e estava pingando e o gosto era de... ferro. Eu percebi.

Solidão é na verdade o caminho.

Desespero é bom de ser ver em seus rostos.

Medo? Basta cortá-los.

Em meio aos gritos, aos choros, e as paredes pintadas com um vermelho brilhante.

Um olhar. Um sorriso me encarava de volta, tão pateticamente deformado em seu ser. 
*CRACK*
A espada apenas perfurou aquilo e cacos de vidros começaram a se despedaçar refletindo os corpos ao meu redor.
Um cacho vermelho, e aquilo estava apenas no meu caminho.

Fabulosa:

O barulho do tapa ecoou pelo corredor. Ele massageou a bochecha vermelha e encarou a garota que ria.
- Dói né? Não poder revidar?
E ela riu. Claro, ela não havia batido sem motivo, o garoto havia armado para ela, e ela havia perdido a prova, o que significava que ela não iria tirar 100 em uma matéria. Ela ouviu o garoto a chamando de exibida e de outras coisas.
- Querido. Eu sou Fabulosa.
O garoto olhava para ela com uma fúria que, mesmo contrariada, Lune gostou de ver.
- Mais do que Fabulosa, eu exalo Glamour meu bem!

-  

Corram Garotos!:

De longe, via-se dois garotos loiros, correndo em alta velocidade, quase juntos, com o mínimo de espaço entre eles.
- CORRE ALOYS! MAIS RÁPIDO! VAI!
Mas o outro cai no chão enquanto Syver já estava algumas centenas de metros a frente.
- VAI SEM MIM! EU JÁ NÃO TENHO SALVAÇÃO, VOU GANHAR TEMPO PARA VOCÊ!. - Gritou o garoto que havia tropeçado e agora estava com a cara no chão.
Esperando que ele viesse o ajudar, apenas ouviu em resposta.
- VALEU MANO!
E sumiu. Enquanto em frente dele, duas garotas sorriam diabolicamente. Lunevoir, tinha um caderno e um lápis nas mãos e babava. Lissandra... bem... era a Lissandra sorrindo.

Distorção:

A garota acordara. Meio que sentada, meio que deitada na própria cama. Estava suada.
Quando alguém bateu na porta do seu quarto. A garota que há muito tempo não sentia aquilo estava tremendo.
- Eu? Com medo? Eu?
Ela ria da irracionalidade que estava a possuindo no momento, confiante, abriu a porta. 

Keanu? Mas não o seu irmão como ela lembrava.

Distorcido, e faltando partes do corpo, como um... um experimento mal sucedido. E então a voz ecoou, gélida como suas lembranças.

- S...s....s....s.....
Enquanto Lissandra o olhava se afastando, o quarto começou a tremer e as luzes começaram a piscar. Sem aguentar mais olhar para seu irmão ela fechou ou os olhos. Quando abriu, o rosto distorcido não era mais Keanu. Lembrava... o pai que com a boca espumando sibilou nervoso:
- SUA CULPA!



Última edição por Iuajen em Dom Nov 15, 2015 12:15 pm, editado 2 vez(es)



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Re: [Desafio] Drablle Músical Reborn!

Mensagem  Yami em Sab Nov 14, 2015 11:38 pm

Yayyy, sempre quis fazer algo assim e até que o resultado foi melhor do que eu imaginava xD.
Algumas se passam em universo alternativo, outras estão BEM CRACK, outros estão OOC, já que a graça foi fazer tudo de momento, então espero que se divirtam lendo tanto quanto eu me diverti escrevendo xD
(Clique no título dentro do spoiler, tem o link para a música)
Obs.: O nome do melost é escrito com letra minúscula mesmo, pelo menos em todos os cantos que eu vi, então optei por deixar assim -q.

Rotten to the core – Descendants Cast:
Rotten to the core – Descendants Cast

Tinham o costume de chamá-la de muitas coisas. Isso a deixava feliz, por mais incrível que pareça.

Afinal, aquilo realçava a sua anormalidade, a sua diferença, sua superioridade. Quanto mais diferente deles, melhor. Se pessoas normais e boas faziam o que fizeram com ela, ela seria a anormal, a aberração.

A única.

Perfeita.

Incomparável.

Olhou para as duas garotas presas com grilhões antigos que havia achado num ferro velho. Aquilo era só o começo, chegaria o dia em que não faria seu império num galpão velho e escondido da faculdade, e sim no mundo inteiro.

Porque ela era má.

Até o núcleo.

Doom Dada – T.O.P:
Doom Dada – T.O.P

O sorriso maníaco parecia que nunca iria deixá-la.

Se fosse em outras épocas, talvez fosse uma cientista, uma visionária ou até uma artista... Não, esse título talvez fosse melhor deixar para o seu irmão. Ele sim entendia de arte, seus quadros eram perfeitos! Pena que era muito tímido, com certeza faria sucesso se tentasse algo mais... Talvez fosse melhor assim.

De repente pensou na corja de seres inferiores se aproximando de seu irmão. Não, eles não eram dignos de serem abençoados com as visões das obras dele.

Talvez genialidade, visão e um pouco de loucura fossem características da família toda, afinal.

Riu sozinha, um dia deveria investigar seus antepassados.

Mas agora era hora do trabalho, pegou uma seringa e se aproximou a passos lentos das cobaias.

Number One – Alexia:
Number One – Alexia

Ela só queria abraçá-lo.

Lunevoir observava o objeto de sua admiração de longe. Depois da discussão com ele – Quando ela havia, em poucas palavras, chamado-o de covarde – Alice praticamente não falava mais com ela, a ignorava e ela estava cansada! Nunca precisou correr atrás de nada na vida, então definitivamente aquela era uma situação diferente de tudo o que viveu até agora.

Ela sempre era a número um.

E tinha certeza de que nunca o abandonaria, quebraria seu coração ou qualquer coisa do tipo.

Então porque ele simplesmente não a escolhia?

World's End Dancehall – Vocaloids:
World's End Dancehall – Vocaloids

Desde o começo, a frase usada para defini-las poderia ser “Tiro, porrada e bomba”.

Uma teve tudo o que quis na vida, era rica, bonita, desejável, mimada e até mesmo um pouco arrogante.

A outra nunca teve nada do que quis, nasceu pobre, a beleza nunca lhe ajudou e ser mimada na sua situação jamais adiantaria, mas possuía arrogância o bastante por todo o grupo e mais um pouco.

Tão opostas e tão semelhantes.

Talvez fosse por isso que na batalha, estranhamente pudessem fazer os mesmos movimentos quando queriam, quase como uma competição.

“Eu sou melhor que você, Aberração dos peitos murchos”.

“Vai sonhando, Prostituta Medieval”.

Psychosocial - Slipknot:
Psychosocial - Slipknot

Seu mundo desabou num piscar de olhos, mas quando foi que pôde dizer que teve estabilidade na vida mesmo?

Quando fugiu, por alguns meses tudo pareceu perfeito, mas em algum momento queria mais. As experiências pareciam não ser o suficiente, seu conhecimento parecia não ser suficiente, e as alucinações tornavam tudo pior.

“Psicopata”.

Não era nada novo, mas escutar a sua mãe gritando isso era doloroso, por mais que fosse verdade.

Ironicamente, só havia planejado um assassinato uma única vez, as cobaias morriam por consequência das experiências, ou seja, eram mortes não planejadas e nada mais que isso, porém uma vez ela matou porque quis.

Ironicamente, foi esse ato que libertou a sua família, mas ninguém veria nisso um ato de altruísmo.

Porque matar o próprio pai com veneno dentro da bebida era crime do mesmo jeito, não era? Por mais que isso tivesse ajudado sua mãe a se livrar de um casamento infrutífero.

Aliás... ela podia chamar de pai um homem que não sabia o nome da própria filha? Talvez não.

Ela sorriu com a lembrança.

Matou apenas uma vez.

E adorou.

Bring me to life - Evanescence:
Bring me to life - Evanescence

Como era possível que duas pessoas tão diferentes fossem tão iguais?

Keanu e Lissandra possuíam idades com uma diferença de oito anos, porém compartilhavam os mesmos traços, a mesma cor de cabelo, a mesma altura, os mesmos gestos... Não se surpreenderia se compartilhassem a mesma alma.

Correção, ele era a alma dos dois, porque nela não havia restado nada.

Talvez fosse melhor assim.

Seu irmão era puro, ela era corrompida e o mundo também era corrompido.

Quem sabe dessa maneira ela pudesse proteger seu irmão da corrupção do mundo.

Ou não. A vida era uma caixinha de surpresas, e a causa da decepção do seu irmão com o mundo fora justamente ela.

Lissandra teve um último pensamento antes do monstro engoli-la.

“Não me deixe morrer aqui”.

Lembrar ia-se bem da visão da sua alma antes dela ser destruída.

Eram os olhos de Keanu.

Talvez... só talvez... houvesse algo de humano dentro dela também.

Outer Science - Amatsuki:
Outer Science - Amatsuki

A vítima corria pela floresta sem saber o que fazer.

… Ok, vamos mudar um pouco isso.

O assassino corria pela floresta sem saber direito como prosseguir com aquela parte do plano. Não havia exatamente tudo sido orquestrado e ele considerava que não fosse uma boa ideia ter deixado a fuga para improviso.

Hesitando e ofegante, quase não acreditou quando seus olhos lhe mostraram uma estranha casa abandonada nos confins da floresta, nossa, como estava com sorte!

-Bem vindo ao meu laboratório – A voz fantasmagórica soou por trás de si quando adentrou ao local e, no susto, apontou logo a arma para a testa do que ele viu ser uma mulher.

Ela era a vítima e a ameaçada ali, certo, então por que sorria?

Não lembrava mais nada depois disso... mentira, lembrava de pupilas dilatadas, uma seringa no seu braço e a escuridão.

Acordou acorrentado numa maca.

Passos se aproximavam.

Conteo – Don Omar:
Conteo – Don Omar

Aloys olhou rapidamente por cima do vidro do carro para o seu adversário naquela corrida. Homem, alto, quantos anos? Uns 28 talvez, ou mais. Era bonito, pena que iria comer poeira.

Ao sinal da bela mulher de formas voluptuosas, os dois carros aceleraram acobertados pela noite.

Ao vencedor, a glória e os espólios.

Ao perdedor, a desgraça de virar escravo de quem ganhasse até que alguém vencesse o seu “senhor”.

Era insano, era perigoso e era bizarro.

Mas desde quando ele se atraia por coisas normais?

Poker Face - melost:
Poker Face - melost

Alice que a perdoasse, mas Lune não aguentou.

Quando a chamaram para jogar poker, ela foi a primeira a sugerir a mudança do tema para Strip Poker, afinal, ela tinha que manter a fama, não é? Tudo bem que já esperava a visão de belos corpos masculinos, afinal, na mesa ela era única mulher contra Syver, David e Aloys.

O que não esperavam é que ela conseguia ser incrivelmente boa naqueles jogos.

E a visão do general nazi-da-sofrência poderia ser incrivelmente tentadora.

Alice não precisava ficar sabendo, e ela continuaria mantendo a palavra de que estava se guardando para alguém em especial, mas que mal haveria provar do fruto proibido pelo menos uma vez?

Cabeça de Gelo – DJ Cleiton Rasta:
Cabeça de Gelo – DJ Cleiton Rasta

Lissandra pôs a mão na cabeça enquanto se perguntava quando havia dormido, porque aquele tipo de coisa definitivamente deveria ser delírio da sua cabeça!

A música era irritante, e estavam todos dançando de uma forma que ela não se surpreenderia se estivessem chapados. Desde quando aquilo deixou de ser o plano que Casus controlava e havia virado o bloco de humanas de alguma faculdade de esquina?!

-Casus, que raio de música é essa?

-Cabeça de gelo! - Casus respondeu feliz como se fosse a coisa mais natural do mundo – É brasileira, não gostou? É divertido de dançar, vem!

E sem nenhum senso de perigo ou amor pela vida – Se é que Casus tinha vida, aquela mulher era um mistério – A anja puxou Lissandra pelos braços para o meio da rodinha.

-... Tchau – Saiu e se trancou no quarto.

Não.

Definitivamente não!
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Re: [Desafio] Drablle Músical Reborn!

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