[fic] Lost in Wonderland

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[fic] Lost in Wonderland

Mensagem  Cheshire Cat em Dom Out 10, 2010 8:43 pm

Autora: Ru-chi
Fic participante do concurso dos Reinos

Uma pequena boneca acorda no meio de uma floresta linda, onde pássaros cantavam e onde... Um coelho em especial corria com um fato formal e um relógio de bolso?
A Atenção da boneca era tão grande que decidiu correr atrás dele e atentamente conseguia até ouvir palavras a saírem da sua boca dizendo: “Estou atrasado, estou atrasado! A Rainha vai-me decapitar! Estou tão atrasado!”. A boneca ficou de tal maneira que parou logo quando o coelho saltou para um buraco enigmático. Mas a boneca, cuja qual se chamava de Shinku, não queria perder mais tempo também, então olhou para o fundo do buraco, e lentamente suas mãos escorregavam na terra acabando por cair no buraco. Apenas gritos saiam da boca dela até ver que objectos andavam de um lado para o outro e começou-se a perguntar em voz alta.

-Hum? Objectos voadores? Mas que sitio é este ao certo?
Com tantas perguntas Shinku nem se apercebia que havia batido no chão... Do tecto? Mas rapidamente caiu para o chão, normal de andar correctamente e ao mesmo tempo que isso acontecia a boneca olhava para o coelho que parecia ter ganho mais velocidade, abrindo uma porta e fugindo, deixando a porta aberta.

-ESPERA! Coelho! HUM! Mas ninguém hoje em dia tem respeito por ninguém? Que falta de educação.
Shinku, passo ante passo, chega até à porta e repara que é demasiado pequena para ela. E também não sabia como entrar ali. Então ficou no chão de humor de cão, amuada, até olhar para uma chávena de chá que estava em cima de uma mesa de cristal muito bonita, nessa chávena tinha um pequeno bilhete dizendo:

“Bebe-me...”

Shinku desconfiava e que bem o fazia, mas queria mesmo seguir aquele coelho e ver até onde dava! Simplesmente bebeu aquilo de olhos fechados, mal se importava porque o sabor até parecia bom, maçã e canela, bastante bom. Mas no momento que abriu os olhos, apenas via tecidos a cobri-la, mas de lá saiu e arranjou os seus tecidos e pegou num bocado do branco e continuou o seu caminho.

Ao passar por aquela misteriosa porta, via apenas flores falantes e irritantes com as suas cantorias e Shinku não gostou muito, alias os seus nervos cresciam, mas mantinha a sua seriedade de sempre e ao longe via o coelho a correr ainda muito nervoso e mesmo assim Shinku não ia desistir. Mas algo pelo caminho fê-la parar, duas gémeas que também eram bonecas, Shinku chega-se perto delas e pergunta:

-Peço desculpa, mas vocês por acaso não viram um coelho grande branco a usar uma roupa formal?
As duas bonecas olharam uma para a outra e apontaram para direcções opostas e Shinku fica confusa e então Suiseiseki resmunga para Souseiseki:

-EH? Ele não foi por aí! Ele foi por ALI, desu~ Pela direita!

-Ah... Ele foi pela esquerda!

Shinku simplesmente ignorou aquela cena toda e passou à frente por um caminho que ali estava e começava a ver fumo e cheiros bons, de várias qualidades, Shinku aproxima-se cuidadosamente mas algo a parece empurrar para aquela mesa que visto de longe parecia uma festa de chá.

-PÁRA! Não me empurres! Quem é ou o que é que me está a empurrar?

Shinku olha para trás e vê mais uma boneca de cabelos encaracolados loiros e com orelhas de coelho.

-Eu sou a Hina Ichigo nano. E aquela é a Kanaria! Senta-te, senta-te!

Shinku foi quase como obrigada a sentar-se. E Kanaria serviu-lhe um chá de mação e ela ficou a olhar para aquele chá com muita curiosidade, ela gostava muito de chá, mas daquele não sabia se bebia.

-Queres mais açúcar?

Aparecia uma boneca mas mais pequena com cabelos brancos com roupas brancas e uma pala no olho com orelhas de rato. Shinku salta subitamente da cadeia e recusa.

-Não, eu não quero perder mais tempo aqui.

-TEMPO? – Questionou a boneca de cabelos verdes, Kanaria. – Estamos a perder tempo kashira? HINA! Dá-me o relógio!

Kanaria verifica se está tudo bem com o elogio, mas não tinha nada de mal, mas mesmo assim meteu açúcar e chá dentro do relógio. – Pronto assim deve ficar melhor!

-Mas o mundo está todo a ficar louco?

-Loucura é o que aqui não falta... – Responde Kirakishou. (A rato branca.)

-Ela tem razão loucura aqui não falta! – Responderam duas das bonecas.

Shinku não pegava mais daquilo e foi-se metendo no caminho. Mas ao longo do caminho Shinku encontra mais uma boneca de roxo e cabelos brancos e com orelhas de gato e uma cauda às riscas, a gata pergunta logo à Shinku o que ela procurava.

-Procuro um coelho branco, viste-o?

-Hum... Um coelho branco procura? Está a referir-se ao Laplace? Se sim, procure por um destes caminhos...

E a boneca, que seu nome era Barasuishou, apontou para um postes com montes de sinais a dizer, para cima, baixo esquerda, direita, ect... Mas então viu a cara de chocada de Shinku e imediatamente abriu no ar um feixe que a podia levar ao castelo da rainha de copas e Shinku assim seguiu o seu rumo. E as últimas palavras da Barasuishou foram:
“Tenha cuidado com a Suigintou...” Aquele nome não lhe era estranho, mas no momento em que entrou no castelo e o feixe se fechou, Suigintou apareceu mesmo à sua frente, interrompendo o jogo de croquete.

-E quem és tu para me interromper o MEU JOGO? – Gritou aquela boneca de olhos rosa e cabelos brancos com uma roupa... cheia de corações.

-Eu sou a... – Shinku sentiu uma presença e de relance vê Barasuishou baloiçando para debaixo das saias de Suigintou levantando-as. – Eh? AH!

-O... QUE... É... ISTO?! Foste tu não foste? SIM TU DE CABELOS LOIROS!
Suigintou ficou logo irritada com a presença de Shinku e com mais aquilo, ficou furiosa, dizendo a sua famosa frase:

-CORTEM-LHE A CABEÇA!!!!

E todos começaram a correr atrás de Shinku, enquanto ela, tentava fugir de Suigintou e os seus lacaios. Shinku bem que tenta mas o caminho parecia não ter fim. Até ver uma porta ao fundo, ela chega ate ela e tenta abri-la com muita força e ao tentar abri-la a porta parte-se e Shinku cai num buraco e volta à superfície e encontra o coelho de pé perguntando-lhe:

-Divertiu-se no país das maravilhas?

Mas Shinku não respondeu e ficou sentada, no mesmo sítio, lembrando-se o que lhe aconteceu naquele país estranho.


olá, eu sou um gato e a alice me serve. eu sou uma alice e o gato me serve. olá.
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